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  • Deputada estadual Amália Santana segue sem previsão de alta após duas cirurgias

    A parlamentar sofreu um AVC na madrugada da última quinta-feira (15). A assessoria informou que ela reage já reage a estímulos, mas continua entubada. Amália Santana segue sem previsão de alta Divulgação A deputada estadual Amália Santana (PT), de 55 anos, segue internada em um hospital particular de Araguaína, sem previsão de alta, após passar por duas cirurgias, uma na sexta-feira (16) e outra no sábado (17). Conforme a assessoria, a parlamentar já reage a estímulos, mexeu as duas pernas, mas continua entubada. No domingo (18), os médicos tiraram os sedativos, ela apresentou melhoras significativas e o quadro continua estável. A assessoria disse que os médicos estão otimistas com a recuperação da deputada. Ela sofreu um AVC na última quinta-feira (15). Uma equipe médica identificou um sangramento no lado direito do cérebro dela. O irmão da deputada, José Santana Neto, disse ao G1 que a primeira cirurgia, nessa sexta-feira (16) foi para corrigir um rompimento na artéria cerebral. Disse ainda, que deputada foi socorrida pelo marido, por volta das 23h e levada para o Hospital Municipal de Colinas do Tocantins. Momentos depois ela foi transferida, pelo Corpo de Bombeiros, para um hospital particular de Araguaína, onde permanece internada. Perfil Amália Maria Santana da Silva mora em Colinas desde 1972. Ela é técnica de enfermagem e servidora pública estadual. Foi vereadora em Colinas do Tocantins por dois mandatos. Na eleição de 2006, ficou como primeira-suplente de deputada. Em 2010, foi eleita deputada estadual sendo reeleita em 2014. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.
  • Um homem é preso e outro fica ferido durante confronto com a polícia em Aracaju
    Ação policial foi realizada no Bairro Soledade. Um homem foi preso e outro ficou ferido após reagir a tiros a uma abordagem policial no Bairro Soledade, em Aracaju (SE), na manhã desta segunda-feira (19). Segundo a polícia, uma equipe da Rádio Patrulha (RP) estava no bairro realizando uma ronda quando percebeu a presença dos suspeitos, que reagiram atirando. Ainda de acordo com a polícia o suspeito baleado foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), na capital sergipana. O estado de saúde dele não foi informado.
  • Antigo vidro feito com urânio atrai o interesse de colecionadores; veja fotos

    Material radioativo brilha quando exposto à luz ultravioleta. Terço feito com video de urânio com luz branca (esquerda) e brilhando sob luz ultravioleta Reuters/Stefan Wermuth O vidro de urânio ocupa um nicho pouco conhecido no mundo dos colecionáveis. Os aficionados por objetos feitos com esse material apreciam sua cor suave e seu brilho diferenciado, que vem do urânio adicionado quando o vidro foi criado. As peças aqui mostradas provêm da coleção de Peter Marti e Markus Berner, que comercializam vidro antigo em uma pequena loja no andar de baixo de seu apartamento em Wangen an der Aare, uma cidade na Suíça. Eles descobriram o vidro de urânio cerca de 15 anos atrás em um mercado de pulgas suíço e vem colecionando peças feitas com esse material desde então. Como muitos colecionadores de vidro de urânio, eles são especialmente atraídos pelo tipo conhecido como "pearline", que foi criado por várias empresas, principalmente no Reino Unido, do final do século 19 ao século 20. A "pearline" amarela é chamada vaselina, porque a sombra é semelhante à cor do produto derivado de petróleo -- até que seja exposta à luz ultravioleta, quando brilha num tom de verde claro. O vidro de urânio é ligeiramente radioativo, o suficiente para se detectar em contadores Geiger. Mas os níveis são quase iguais aos de aparelhos elétricos, como os fornos de microondas, que não representam nenhuma ameaça para a saúde. Luminária feita de vidro de urânio com luz branca (esquerda) e luz ultravioleta Stefan Wermuth/Reuters Recipientes feita de vidro de urânio com luz branca (esquerda) e luz ultravioleta Stefan Wermuth/Reuters Garrafa feita de vidro de urânio com luz branca (esquerda) e luz ultravioleta Reuters/ Stefan Wermuth