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Tatiana Ap 51 A salao e churrasqueira
Sexta-feira, Outubro 26, 2018, 08:00 - 22:00
por zelador
Últimas notícias de economia, política, carros, emprego, educação, ciência, saúde, cultura do Brasil e do mundo. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.
  • Veja o dia dos candidatos à Presidência da República
    Jornal Nacional mostra como foram as atividades de campanha de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) neste sábado (20). Saiba como foram as atividades de campanha de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) neste sábado (20). Fernando Haddad Haddad diz que, se eleito, vai retomar obras públicas para ajudar na geração de empregos O candidato do PT à presidência, Fernando Haddad, passou o dia em atividades de campanha no Nordeste. Ele defendeu a valorização do professor na sala de aula e disse que, se eleito, vai retomar obras públicas para ajudar na geração de emprego. O dia de Fernando Haddad começou com campanha no Ceará. Ele participou de uma caminhada pelas ruas da capital. A caminhada terminou numa praça do centro de Fortaleza. No discurso, o candidato destacou que pretende gerar empregos por meio da conclusão de obras que estão paradas na região. “Nós temos que terminar a Transnordestina, que está parada, que é importante para o Piauí, para o Maranhão, Pernambuco. Todo o Nordeste vai ser beneficiado. Temos que gerar emprego com a retomada de obras. E eu tenho dito e repetido, eu sempre estou de espírito desarmado, mas com determinação para colocar um livro numa mão e uma carteira de trabalho na outra. É assim que o povo vai se desenvolver. É com trabalho e educação que o povo se supera”, disse. Depois do comício, Haddad foi para a região do Cariri, no sul do Ceará. Visitou o Horto, em Juazeiro do Norte, e prestou uma homenagem ao Padre Cícero. Em seguida, o candidato deu uma entrevista. Haddad falou sobre suas propostas para a educação. Ressaltou a importância do ensino fundamental e disse que, se eleito, vai levar os exemplos do Ceará e do Piauí na área para todo o país. “É só dar o tratamento adequado para a população, como aconteceu no Piauí, como aconteceu no Ceará. Pernambuco é destaque na educação no ensino médio. Pernambuco estava em vigésimo quarto lugar e hoje é o primeiro lugar no ensino médio no país. O Ceará, que fez o melhor trabalho que eu conheço no ensino fundamental 1, já conseguiu no ensino médio resultados extraordinários. Com o quê? Com escola de tempo integral, com escola profissionalizante. Com tudo aquilo que nós viemos preconizando já há dez anos”, afirmou. Na área administrativa, disse que vai trocar todo o alto escalão do atual governo “Quem aceitou colaborar com o governo Temer, aceitou colaborar com um governo ilegítimo e com uma agenda completamente antissocial. Então, eu não pretendo aproveitar o alto escalão do governo Temer. Os técnicos, concursados, é outra coisa. São pessoas de carreira. Mas o alto escalão do governo Temer tem que ser substituído”, disse. De Juazeiro do Norte, Haddad seguiu para o município vizinho, do Crato, onde fez a segunda caminhada do dia. No fim da tarde, viajou para Picos, no Piauí, onde encerrou as atividades de campanha do dia, num ato político no centro da cidade. Jair Bolsonaro Bolsonaro defende reforma política, com o fim da reeleição O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, passou o dia no Rio. Ele disse que vai compor todo o ministério com critérios técnicos e de competência. O candidato defendeu também uma reforma política, com o fim da reeleição. Jair Bolsonaro saiu de casa por volta das 10h. O único compromisso na agenda deste sábado (20) foi a gravação de programas do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. Depois de gravar, o candidato do PSL deu entrevista e falou sobre as propostas que tem para a educação. “Você tem que restabelecer a autoridade do professor em sala de aula. Você tem que ter um currículo voltado para formar um bom profissional no futuro. Setenta por cento da garotada lá da nona série do ensino fundamental não sabe fazer uma regra de três, não sabe interpretar um texto e tem dificuldade para responder perguntas básicas sobre ciências. Tem que mudar isso daí. Não é fácil? Não é”, disse Para implementar as propostas, Jair Bolsonaro disse que o ministro da Educação e todo o primeiro escalão do governo vão ser escolhidos por critérios técnicos, sem a interferência de partidos políticos “Tem que ser alguém que entenda daquele assunto assim como na Defesa vai ter um oficial quatro estrelas. No Itamaraty, alguém do Itamaraty. Na Agricultura, alguém que venha indicado pelo setor produtivo. Com a educação não é diferente. A nomeação dos ministros, a gente está escolhendo por critérios técnicos, né? Competência, autoridade, patriotismo e iniciativa”, afirmou. Ainda comentado a indicação de uma eventual equipe de governo, o candidato defendeu autonomia para o Banco Central. “O Banco Central tem que ter autonomia política”, disse. Falando de política externa, Bolsonaro defendeu a presença do Brasil no Mercosul, mas disse que pretende mudar o relacionamento do país com o bloco. “Você não pode jogar para o alto o Mercosul. Muita gente investiu dinheiro aí, países outros. E agora o que não pode é continuar sendo usado um acordo como esse para atender interesses ideológicos. Nós vamos buscar maneiras de fazer comércio com toda a América do Sul, repito, sem o viés ideológico”, afirmou. O candidato do PSL também falou sobre reforma política. Disse que, se eleito, vai propor mudanças na área. Entre elas, destacou o fim da reeleição. “O que eu pretendo fazer, pretendo fazer, vou conversar com o parlamento também, é ter uma excelente reforma política. Você acabar com o instituto da reeleição, no caso começa comigo se eu for eleito. E diminui um pouco em 15, 20 por cento a quantidade de parlamentares. E também nós termos um sistema eletrônico de votação confiável, que possa ser auditado. Eu acho que dessa forma já ajudaria muito a reforma política”, afirmou. Depois da entrevista, Jair Bolsonaro voltou para casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, onde passou o restante do dia descansando.
  • Trump anuncia retirada dos EUA de tratado nuclear com a Rússia

    Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário foi assinado em 1987 por Ronald Reagan e Mikhail Gorbachov. O presidente Donald Trump anunciou neste sábado (20) que os Estados Unidos vão se retirar de um tratado sobre armas nucleares assinado com a Rússia durante a Guerra Fria. Trump também acusou Moscou de violar o documento há anos. Trump participou de ato eleitoral em Nevada Reuters O Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF, sigla em inglês) foi assinado em 1987 pelos então presidentes americano e soviético, Ronald Reagan e Mikhail Gorbachov, respectivamente. "A Rússia não respeitou o acordo. Iremos encerrá-lo e desenvolver estas armas", anunciou Trump em Elko, Nevada, onde participou de um ato eleitoral. "Não iremos deixar que violem o tratado e fabriquem estas armas quando a nós isto não é permitido", criticou o presidente republicano. O governo Trump se queixa da implantação por Moscou do sistema de mísseis 9M729, cujo alcance, segundo os Estados Unidos, supera 500 quilômetros, violando o texto do INF. O tratado, que suprime o uso de uma série de mísseis de 500 a 5000 quilômetros de alcance, colocou fim à crise gerada nos anos 1980 pela implantação dos SS-20 soviéticos, que apontavam para as capitais ocidentais. Segundo grande golpe Trata-se do "segundo grande golpe no sistema de estabilidade mundial", após a retirada, em 2001, do tratado ABM sobre os mísseis antibalísticos, afirmou o senador russo Alexei Pushkov. "Mais uma vez, são os Estados Unidos que tomam a iniciativa de dissolver o acordo", acrescentou, no Twitter. Trump fez o anúncio no momento em que seu assessor de segurança nacional, John Bolton, preparava-se, neste sábado, para viajar a Moscou a fim de dar prosseguimento ao diálogo polêmico iniciado em julho entre Trump e o presidente russo, Vladimir Putin. Conhecido por suas posições duras, Bolton deve se reunir a partir de segunda-feira com o chanceler russo, Serguei Lavrov, e o secretário do Conselho de Segurança, Nikolai Patruchev. Segundo o jornal britânico "The Guardian", é Bolton quem pressiona Trump para que os Estados Unidos abandonem o INF. A retirada do INF também poderia ter como alvo a China. Pequim, que não assina o acordo, pode desenvolver sem nenhum obstáculo armas nucleares de alcance intermediário. Os laços entre Washington e Moscou estão sob profunda pressão por causa das acusações de interferência russa nas eleições presidenciais americanas de 2016, bem como pelo apoio russo ao governo sírio na guerra civil síria e por seu papel no conflito na Ucrânia. Washington busca, no entanto, o apoio de Moscou para encontrar uma saída para a guerra na Síria e exercer pressão sobre o Irã e a Coreia do Norte.
  • Bolsonaro diz que, se eleito, a escolha de ministros seguirá critérios técnicos
    Em entrevista à imprensa, candidato do PSL à Presidência da República defendeu a realização de uma reforma política e o fim da reeleição. Bolsonaro defende reforma política, com o fim da reeleição O único compromisso na agenda do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, neste sábado (20), foi a gravação de programas do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. Ele saiu de casa por volta das 10h. Depois de gravar, o presidenciável deu uma entrevista à imprensa em que comentou sobre as propostas que tem para a educação. “Você tem que restabelecer a autoridade do professor em sala de aula. Você tem que ter um currículo voltado para formar um bom profissional no futuro. 70% da garotada lá da nona série do ensino fundamental não sabe fazer uma regra de três, não sabe interpretar um texto e tem dificuldade para responder a perguntas básicas sobre ciências. Tem que mudar isso daí. Não é fácil, não é”, afirmou. Para implementar as propostas, Jair Bolsonaro disse que o ministro da educação e todo o primeiro escalão do governo vão ser escolhidos por critérios técnicos, sem a interferência de partidos políticos. “Tem que ser alguém que entenda daquele assunto. Assim como na Defesa vai ter um oficial quatro estrelas, no Itamaraty, alguém do Itamaraty, na Agricultura, alguém que venha indicado pelo setor produtivo, com a educação, não é diferente. A gente está escolhendo por critérios técnicos, né? Competência, autoridade, patriotismo e iniciativa”, declarou. Ainda comentado a indicação de uma eventual equipe de governo, o candidato defendeu autonomia para o Banco Central. “Banco central tem que ter autonomia política”, disse. Sobre política externa, Bolsonaro defendeu a presença do Brasil no Mercosul, mas disse que pretende mudar o relacionamento do país com o bloco e que não irá atender a “interesses ideológicos. “Você não pode jogar para o alto o Mercosul. [...] Nós vamos buscar maneiras de fazer comércio com toda a América do Sul, repito, sem o viés ideológico”, afirmou. O candidato do PSL também falou sobre reforma política. Disse que, se eleito, vai propor mudanças na área, incluindo o fim da reeleição. “Pretendo fazer, vou conversar com o Parlamento também, é ter uma excelente reforma política. Você acabar com o instituto da reeleição. No caso, começa comigo se eu for eleito. E diminuir um pouco em 15, 20% a quantidade de parlamentares”, destacou. Ele também falou sobre reforma política. Disse que, se eleito, vai propor mudanças na área, incluindo o fim da reeleição. “Pretendo fazer, vou conversar com o Parlamento também, é ter uma excelente reforma política. Você acabar com o instituto da reeleição. No caso, começa comigo se eu for eleito. E diminuir um pouco, em 15, 20%, a quantidade de parlamentares”, destacou.