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Scheila Ap 75 A salao e churrasqueira
Sábado, Outubro 20, 2018, 08:00 - 22:00
por zelador
Últimas notícias de economia, política, carros, emprego, educação, ciência, saúde, cultura do Brasil e do mundo. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.
  • Jaguar XE ganha edição especial Landmark por R$ 250.200

    Além do visual diferenciado, o sedã é equipado com motor 2.0 turbo de 250 cavalos de potência e tração traseira. Jaguar XE Landmark tem para-choque e rodas exclusivos Divulgação/Jaguar O grupo Jaguar Land Rover apresentou sua terceira novidade em menos de um mês. Depois dos novos Land Rover Evoque e Discovery Sport flex e do Jaguar E-Pace flex, o XE ganha a edição especial Landmark por R$ 250.200. A nova configuração é baseada na já existente R-Sport (que custa R$ 248.400) e adiciona para-choques esportivos, retrovisores pintados de preto e rodas de 18 polegadas com desenho exclusivo. Por dentro, o acabamento de couro pode ser totalmente preto ou combinar preto e vermelho. XE Landmark pode ter interior todo preto ou combinar tonalidade de vermelho Divulgação/Jaguar Entre os itens de série, o XE Landmark oferece central multimídia Touch Pro com tela de 10 polegadas, airbags frontais, laterais e de cortina, fixação de cadeirinhas infantis (Isofix), frenagem de emergência e coluna de direção com ajustes elétricos. O conjunto mecânico une o motor 2.0 turbo de 250 cavalos de potência e 37,2 kgfm de torque ao câmbio automático de 8 marchas e tração traseira. De acordo com a marca, ele vai de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos.
  • Homem é morto com nove tiros na Zona Sul de Teresina

    A polícia ainda está fazendo diligências para identificar os suspeitos DHPP investiga o caso José Marcelo/ G1 PI Um homem identificado como Caio Gabriel foi morto com nove tiros na tarde de quarta-feira (12) no bairro Esplanada, Zona Sul de Teresina. Os suspeitos estavam em uma moto, quando um desceu e efetou disparos contra a vítima que estava em pé em frente à uma depósito de água. Caio veio a óbito no local. Os tiros atingiram a perna, coxa e tórax da vítima. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ainda está fazendo diligências para identificar os suspeitos e a motivação do crime. *Lorena Linhares, estagiária sob supervisão de Maria Romero.
  • Médico culpa prefeituras e governo por superlotação no Socorrão I, em São Luís

    Alan Roberto Silva disse que situação caótica chegou ao ponto de quatro pessoas morrerem esperando por cirurgia no corredor do hospital, nestas últimas horas. Médico culpa prefeituras e governo por superlotação no Socorrão 1 O médico Alan Roberto Costa Silva, que trabalha na emergência do Hospital Djalma Marques, o “Socorrão I”, criticou prefeituras do interior e o governo do estado devido a situação crítica pela qual passa o hospital do Centro de São Luís. Nesta quinta-feira (13), foram flagrados pacientes lotando os corredores em macas e um homem, com um curativo na cabeça, estava deitado no chão do hospital. A situação é tão grave que o médico informou que quarto pacientes morreram nos corredores esperando por cirurgia, sendo três nessa quarta e um nas primeiras horas de quinta. O secretário de saúde de São Luís, Lula Fylho, disse que precisa de mais detalhes para poder comentar as três mortes informadas pelo médico. “Eu não posso falar desses casos isolados, pois não tive acesso ao prontuário. Eu não sei qual foi o caso específico, mas posso falar de uma maneira geral. Nós temos em média 4 mil atendimentos por mês. Se colocar em 30 dias, é possível entender o absurdo de pessoa que a gente atende por dia e, ainda assim pessoas que vem de outras cidades, praticamente todas as cidades do interior do estado. Algumas pessoas saem das suas cidades de noite, esperam o ferry-boat de madrugada para chegar aqui. Ou seja, muitos pacientes passam as vezes 10 a 12 horas de viagem até chegar aqui”, disse o secretário. O G1 entrou em contato com o governo do Estado em relação as críticas do médico e aguarda resposta. Paciente deita no chão no Socorrão 1, em São Luís Douglas Pinto/TV Mirante Para o médico Alan Silva, a superlotação no Socorrão se dá pelo fato de pacientes de vários municípios do interior do estado serem encaminhados ao hospital. “O problema dos Socorrões 1 e 2 não é São Luís, mas é sim o interior do estado e mais recentemente um verdadeiro desmonte que o governo do estado está fazendo na saúde, e o município é que está sofrendo as consequências. Estamos à beira, realmente, de um colapso”, disse Alan Roberto Silva. O médico reclamou da falta de investimento dos prefeitos nos hospitais dos municípios do interior e também de problemas recentes por falta de médicos na rede estadual de saúde também. “Estamos vivendo um drama muito maior, que é um verdadeiro desmonte que o governo do estado está fazendo na saúde do estado, com demissões em massa de médicos em hospitais de alta complexidade, como o Carlos Macieira (Hospital de Referência Estadual de Alta Complexidade Dr. Carlos Macieira) e em hospitais macrorregionais no interior do estado, por isso está vindo tudo pra cá. Até uma cirurgia de apendicite, que era algo simples que era feita no interior, não é mais, pois onde tinham dois cirurgiões, agora só tem um, e uma operação como esta não pode ser feita só por um, tem que ter um auxiliar, aí vem tudo pra cá”, declarou o médico. As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) também diminuíram a capacidade de atendimento, de acordo com Alan Roberto Silva. “As UPAs não tem mais resolutividade nenhuma e encaminham pra cá até cólica menstrual, pois não tem medicamentos, as alas vermelhas vão fechar. Onde tinham três médicos, agora têm dois, e onde eram dois agora só tem um. Então hoje, as UPAs são meros postos de saúde que não resolvem nada. Então tudo que chega lá um pouco mais complexo, eles mandam para o Socorrão I. Vivemos aqui uma situação dramática”, concluiu. Greve dos vigilantes Além da falta de infraestrutura, o Socorrão I também está sofrendo com a falta de segurança já que os vigilantes do hospital decidiram entrar em greve nessa quarta-feira (12). De acordo com a categoria, há seis meses a prefeitura não paga a empresa que terceiriza este serviço. A empresa, segundo o Sindicato dos Vigilantes, está há dois meses sem pagar os funcionários. Por conta da paralisação dos vigilantes, atualmente quem está fazendo o monitoramento dos acessos ao hospital são os maqueiros.