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Sábado, Março 03, 2018, 08:00 - 22:00
por zelador
Últimas notícias de economia, política, carros, emprego, educação, ciência, saúde, cultura do Brasil e do mundo. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.
  • Prefeito de Abadiânia teme perda 'monstruosa' de empregos após denúncias de abuso sexual contra médium João de Deus

    Cidade com 19 mil habitantes atrai, por mês, quase a mesma quantidade de turistas por causa dos atendimentos na Casa Dom Inácio de Loyola. João de Deus nega as acusações. Casa Dom Inácio de Loyola em Abadiânia, Goiás Reprodução/ TV Anhanguera Com cerca de 20 mil atendimentos de brasileiros e estrangeiros por mês, a Casa Dom Inácio de Loyola emprega 40 funcionários e motiva, indiretamente, 1,2 mil postos de trabalho em Abadiânia, cidade do Entorno do Distrito Federal com 19 mil habitantes. O prefeito do município, José Aparecido Alves Diniz (PSD), teme um “prejuízo monstruoso” se os turistas pararem de frequentar a cidade após as acusações de abuso sexual contra o médium João de Deus, que nega os crimes. “A prefeitura tem 580 funcionários. A casa provoca mais do que o dobro de empregos indiretos, mas ainda não tenho como mensurar como vai ser o impacto das denúncias porque temos de esperar para ver se as pessoas vão deixar de vir. A gente vai ter noção daqui uns 15 dias”, avalia o prefeito. Apesar do impacto nos empregos, o prefeito afirma que a maioria da receita da cidade não vem do turismo, mas sim do Fundo de Participação dos Municípios. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça que 72,4% das receitas de Abadiânia são oriundas de verbas estaduais e federais. Em seguida, aparecem a agricultura e a pecuária. A cidade tem 83 pousadas cadastradas junto à Casa, mas, conforme o prefeito, a maioria delas é informal e, assim, não gera renda ao município. Além disso, os clientes não pedem nota fiscal e, muitas vezes, o imposto não é calculado. MP de Goiás vai investigar denúncias de abuso sexual contra médium João de Deus Mudança da 'água para o vinho’ Há 14 anos trabalhando com João de Deus, um funcionário de 61 anos, que prefere não ser identificado, calcula que são realizados 5 mil atendimentos por semana, os quais não têm custo. Também não é necessário marcar um horário para ser atendido. O funcionário afirma que nasceu na cidade e que o município mudou completamente após a fundação do templo, em 1976. Localizada a 100 km de Goiânia e a 100 km de Brasília, a cidade atrai, inclusive, celebridades e políticos do Brasil e de outros países. “A mudança de Abadiânia é da agua para o vinho. A cidade cresceu em todos os sentidos e a Casa ajuda de forma indireta e até mesmo direta. Antes não tinha turismo”, afirma o funcionário. Abadiânia atende a cerca de 20 mil pessoas por mês, número igual ao de moradores Cedoc/ TV Anhanguera Denúncias de abuso O jornal "O Globo", a TV Globo e o G1 têm publicado nos últimos dias relatos de dezenas de mulheres que se sentiram abusadas sexualmente pelo médium. Não se trata de questionar os métodos de cura de João de Deus ou a fé de milhares de pessoas que o procuram. O Ministério Público e a Polícia Civil de Goiás já abriram inquéritos para apurar todas as denúncias. Inclusive, os promotores divulgaram um email exclusivo para que as vítimas façam seus relatos: denuncias@mpgo.mp.br . “É preciso que enviem os contatos para que entremos em contato posteriormente. Só os promotores da força-tarefa vão receber o e-mail”, disse a coordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO) dos Direitos Humanos, PatrÍcia Otoni. Segundo o órgão, já existiam denúncias contra João de Deus desde 2010. Em 2012, ele chegou a ser julgado por abuso sexual, mas foi inocentado por falta de provas. João de Deus nega acusações O advogado Alberto Toron, que defende o médium, afirmou que o cliente nega as acusações e que ele está à disposição da Justiça para esclarecimentos. “Muito enfaticamente ele nega. Ele recebe com indignação a existência dessas declarações, mas o que eu quero esclarecer, que me parece importante, é que ele tem um trabalho de mais de 40 anos naquela comunidade, atendendo a todos os brasileiros, gente de fora do país, sem nunca receber esse tipo de acusação”, disse. Além disso, o advogado esclareceu que o padrão de João de Deus era atender a todos em grupo. “Eventualmente atendeu alguma pessoa, alguma autoridade sozinho, isso é um episódio localizado. Mas pessoas, mulheres, crianças em geral, eram atendidas coletivamente diante de um grande número de pessoas”, continuou. Por fim, disse que o cliente vai colaborar com as investigações. “Amanhã mesmo [segunda-feira, 10] nós vamos nos dirigir às autoridades judiciárias da cidade de Abadiânia para dizer que ele está à disposição da polícia, do juiz, do Ministério Público para ser ouvido em qualquer momento”, disse. “Achamos que tudo isso deve ser objeto de uma investigação marcada pela seriedade e nós esperamos que isso aconteça para que a verdade venha à tona”, concluiu Toron. Veja outras notícias do estado no G1 Goiás. Initial plugin text
  • Três anos após voltar para prédio original, Biblioteca Pública do RS ainda precisa de reparos

    Prédio de 96 anos é tombado pelo patrimônio histórico e passou por reforma recentemente, mas ainda necessita consertos. Direção aposta em programação cultural e atividades para atrair público. Biblioteca Pública voltou para o prédio original, inaugurado em 1932, após reforma que durou sete anos, em 2013 Janaína Lopes/G1 No próximo dia 15, completam-se três anos desde que a Biblioteca Pública do RS voltou para o seu endereço original, o imponente prédio na esquina das ruas Riachuelo com a General Câmara, no Centro de Porto Alegre. O retorno aconteceu depois que o espaço passou por uma reforma que durou oito anos, período em que os serviços foram relocados para a Casa de Cultura Mário Quintana. A conclusão foi em 2013, mas somente em 2015, com a finalização do projeto de fiação elétrica do local, que foi possível levar de volta os serviços e o acervo de volta para o prédio. Agora, aos 96 anos de fundação, a Biblioteca ainda precisa de reparos eventuais, e conta com a ajuda da associação de amigos realizá-los. Além das atividades de empréstimo, acesso à internet, pesquisa, consulta e manutenção de acervos raros e do Rio Grande do Sul, a direção aposta também na programação cultural, para manter a biblioteca ativa e relevante na era digital. "Estamos funcionando com todos os setores, mas aqui não tem espaço físico pra todo acervo. Tem parte ainda encaixotada. A gente optou por aquilo que é mais procurado, mais atualizado. A parte do RS – o segundo andar da biblioteca é ocupado por um acervo histórico, literário e fotográfico – está no local, a parte do braile também", resume Morgana Marcon, diretora da Biblioteca. O projeto de restauro empregou cerca de R$ 2,7 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Estadual (BNDES) na reforma da parte estrutural do prédio de 1,7 mil metros quadrados. A construção é tombada estadual e nacionalmente. Foram refeitos os pisos, entrepisos, aberturas e vidros. Também foram resolvidos problemas de infiltrações, no telhado, e no subsolo, de acordo com a diretora. A característica da fachada, adornada por bustos de personalidades históricas da cultura e literatura mundiais, também foi reformada. "Tinham elementos que iam cair. Os bustos estavam pintados de branco, então foi removida a pintura. Eles são de mármore. Também foi feita uma proteção para as pombas não entrarem", conta. Biblioteca disponibiliza acervo para consulta, empréstimo, além de coleção de publicações sobre RS, livros em braile e acervo raro Janaína Lopes/G1 Programação intensa e auxílio da associação Com o espaço reformado, a biblioteca, nas palavras de sua diretora, está a mil. "Temos todos os setores funcionando, além de uma programação cultural intensa. De segunda a segunda tem coisas", diz Morgana. A direção aproveita o grande espaço do salão Mourisco, com paredes decoradas e adornado por bustos e esculturas, para realizar projetos musicais, como a programação Chapéu Acústico, que recebe músicos locais toda terça-feira. "A gente não paga cachê para o músico, é o público que paga. A gente passa o chapéu", conta a diretora, observando que dessa forma a instituição ajuda a contribuir com a cultura local. A disponibilização do espaço para eventos e filmagens também contribui para o custeio de obras e aquisições pontuais da biblioteca, explica Morgana, através da associação de amigos da biblioteca. "[Interessados] pagam uma taxa e esse dinheiro é revertido para a biblioteca. A associação de amigos é uma grande parceira da manutenção desse prédio", confirma a diretora. Atualmente, a associação conta com cerca de 60 sócios pagantes. A Secretaria Estadual da Cultura custeia despesas mensais, como folha de pagamento, limpeza, água e luz [Confira os valores gastos neste ano no quadro abaixo]. Porém, não conta com uma previsão orçamentária específica para destinar outros recursos para a biblioteca, como reformas e aquisições, assim como não o faz para as demais instituições ligadas à pasta. Em 2018, o valor direcionado à biblioteca é de pouco mais de R$ 1,3 milhão, de acordo com orçamento enviado pelo governo do RS. Repasses de custeio para a Biblioteca Para reformas, projetos ou aquisições pontuais, a direção conta com a associação, que angaria fundos repassados para a direção depois. Vidros e aberturas que foram danificados após um temporal recentemente, por exemplo, terão o conserto viabilizado por verba recolhida pela associação. "Custa R$ 4 mil [as reformas]. Em vez de pedir R$ 4 mil para a secretaria, sabendo que o recurso é tão pequeno, a gente pede pra associação", diz Morgana. Procurada, a Secretaria Estadual da Cultura confirmou, por nota, que as despesas da biblioteca são cobertas por recursos próprios, sem orçamento específico para a instituição. E sobre planos futuros para a biblioteca, apontou que os questionamentos devem ser encaminhados à nova gestão que assumirá a pasta em 2019. Morgana Marcon, diretora da Biblioteca Pública do RS Janaína Lopes/G1 27 anos sem concurso Segundo Morgana, o último concurso realizado para seleção de bibliotecários aconteceu em 1991. "Foi o que eu entrei", diz ela. Além de Morgana, são mais duas profissionais atuando na biblioteca. "Daqui a quatro anos, a gente se aposenta. O próximo governo vai ter que fazer concurso, senão não vamos ter mais bibliotecários", afima. As profissionais se dividem entre o processamento técnico, a administração da instituição e no sistema de bibliotecas, que alimenta as bibliotecas do interior. "Precisava de ter 14 bibliotecários até para dar conta de processar o acervo", diz Morgana. Biblioteca Pública do Estado em números Acervo: 240 mil obras Acervo raro: 1,2 mil obras Dimensões: 1,7 mil metros quadrados Abertura do prédio: 1922 Horário de funcionamento: 9h às 19h, sem fechar ao meio-dia, segunda à sexta Custeio do governo em 2018: R$ 1.384.768,67 Custeio do governo nos últimos cinco anos: R$ 7.138.106,24 PPCI e mobiliário A direção da biblioteca encaminhou um projeto para uma linha de crédito aberta pelo BNDES para elaboração de Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI), que o prédio ainda não tem. "Tomara que consigamos aprovar", diz Morgana. Outro projeto em andamento é o restauro do mobiliário. Para o futuro, o foco é a climatização do ambiente e a implementações de acessibilidade no prédio. Segundo Morgana, já há abertura para os aparelhos de ar-condicionado. No segundo andar do prédio, está um arquivo com livros, fotos e publicações sobre a história do Rio Grande do Sul Janaína Lopes/G1 Como participar da associação? A Associação dos Amigos da Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul foi fundada em 1987, com o objetivo de reunir as pessoas interessadas em apoiar a instituição. Além de angariar recursos, também ajuda na promoção de eventos culturais e ações de manutenção e preservação dos bens da biblioteca. A contribuição anual é de R$ 70. Para se associar, interessados devem entrar em contato no telefone (51) 3225-9426 ou pelo e-mail aabpers@gmail.com.
  • Batalhão da PM é inaugurado no Parque Oeste Industrial, em Goiânia

    Construção é resultado de uma parceria público privado e deve atender mais de 200 bairros da capital. Sede do 42º Batalhão de Polícia Militar no Parque Oeste Industrial, em Goiânia Secretaria de Segurança Pública (SSP)/Divulgação A sede do 42º Batalhão da Polícia Militar será inaugurada nesta terça-feira (11), às 8h30, localizada na Rua das Magnólias com a Rua do Esmalte, no Parque Oeste Industrial, em Goiânia. Unidade vai atender mais de 200 bairro da capital. Investimento foi de mais de R$ 500 mil. O batalhão será formado pela junção de duas companhias que já atendem a região oeste da capital. A construção é uma parceria entre o Estado de Goiás e o grupo empreendedor responsável pelo Complexo Residencial Eldorado Parque. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP),o batalhão será uma base operacional para o serviço de segurança ostensiva realizado em 213 setores. O local, com 294,2 m², é composto por 18 ambientes, como salas de comando, subcomando, administração, alojamento, sala de instrução, copa, central de processamento de dados e almoxarifados. Não haverá celas na unidade. Qualquer ocorrência com prisão será encaminhadas para as delegacias da Polícia Civil que atendem a região. Na inauguração, será realizada a solenidade de posse do major Wesley Elias Reis Pires, como comandante da unidade. Inauguração do 42º Batalhão da Polícia Militar Data: Nesta terça-feira (11) Horário: 8h30 Local: Rua das Magnólias, com a Rua do Esmalte - Parque Oeste Industrial *Vanessa Chaves é integrante do programa de estágio entre TV Anhanguera e Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), sob orientação de Elisângela Nascimento. Veja outras notícias da região no G1 Goiás.