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Domingo, Dezembro 10, 2017, 08:00 - 22:00
por zelador
Últimas notícias de economia, política, carros, emprego, educação, ciência, saúde, cultura do Brasil e do mundo. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.
  • Sem aulas por causa de reformas em escolas, estudantes protestam em Natal

    Mais de 700 alunos das escolas Ary Parreiras e Calazans Pinheiro, na Zona Leste da capital, estão sem aulas. Estudantes de escolas estaduais protestam em Natal Ranniery Sousa/Inter TV Cabugi Estudantes das escolas estaduais Ary Parreiras e Calazans Pinheiro fizeram um protesto na tarde desta terça-feira (17), em Natal. O movimento aconteceu na Avenida Coronel Estevam, no bairro Alecrim, Zona Leste da capital. Com cartazes e palavras de ordem, os alunos pediram o retorno das aulas, que estão suspensas nas duas instituições por causa de reformas, deixando mais de 700 estudantes sem irem à escola. Após dez anos de espera, a reforma começou na Escola Estadual Ary Parreira e os alunos foram transferidos para a Escola Estadual Calazans Pinheiro. No entanto, a escola Calazans foi interditada pela Vigilância Sanitária no início deste mês por causa da estrutura precária, com salas de aulas empoçadas pelas águas das chuvas, janelas quebradas e telhado com goteiras. Agora, 766 alunos das duas escolas estão sem aulas. Segundo João Faria, subsecretário da Secretaria Estadual de Educação, o prazo é de que até esta sexta-feira (20) a Escola Calazans esteja pronta e seja desinterditada. Ainda não há prazo para o fim da reforma do Ary Parreiras. De acordo com os dados da secretaria, 35 das 610 escolas do estado passam por reformas atualmente. Escola Estadual Calazans Pinheiro foi interditada pela Vigilância Sanitária Reprodução/Inter TV Cabugi Secretaria de Educação afirmou que reforma na Escola Calazans deve terminar na sexta-feira (20) Reprodução/Inter TV Cabugi Secretaria de Educação afirmou que reforma na Escola Calazans deve terminar na sexta-feira (20) Reprodução/Inter TV Cabugi
  • Suspeito de invadir Ministério do Trabalho é levado à Polícia Federal

    Homem foi detido perto do edifício, e liberado após depoimento e coleta de digitais. Salas foram reviradas na noite de domingo; PF investiga. Documentos jogados no chão no Ministério do Trabalho, em Brasília Arquivo pessoal Um homem apontado como suspeito de invadir o primeiro andar do Ministério do Trabalho, em Brasília, no último domingo (15), foi detido pela Polícia Militar e levado à superintendência da Polícia Federal nesta terça-feira (17). Segundo a Polícia Federal, o homem foi encaminhado pela PM porque "estava sem documento de identificação". Já na superintendência, ele foi ouvido pelos investigadores e liberado, em seguida. As impressões digitais foram colhidas, e devem ser comparadas às que foram coletadas pela perícia no local. A suspeita foi levantada por vigilantes do prédio, no início da manhã. Segundo a PM, um segurança verificou as imagens captadas pelo circuito de segurança (veja abaixo), e achou o homem parecido com o invasor. No local onde foi detido, entre o Ministério do Esporte e a Catedral de Brasília, o homem negou envolvimento com o caso. Como não tinha documentos, ele foi levado ao prédio da PF para averiguação. Fachada da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília Gabriel Luiz/G1 Investigação aberta A Polícia Federal investiga se o que ocorreu no Ministério do Trabalho tem relação com a operação Registro Espúrio – que tenta desarticular uma suposta organização criminosa que fraudava registros sindicais na pasta (veja detalhes abaixo). Segundo a pasta, a invasão afetou duas salas da sobreloja do prédio onde funcionam "serviços relacionados ao seguro-desemprego e a carteiras de trabalho". Essas salas pertencem à Secretaria de Políticas para Emprego. Em 2016, esse setor era chefiado por Leonardo Arantes, sobrinho do deputado federal Jovair Arantes (PTB) – os dois são investigados na Registro Espúrio e negam irregularidades. No mês passado, já como secretário-executivo do ministério, Leonardo foi preso preventivamente por suposta ligação com o esquema. Questionado pela TV Globo, o ministério não informou: como funciona a segurança noturna do prédio; quantos e quais documentos foram levados; se algum funcionário será alvo de investigação interna. PF investiga invasão em Ministério do Trabalho A invasão A ação do invasor só foi descoberta quando funcionários do ministério chegaram para trabalhar, nesta segunda. De acordo com a nota enviada ao G1 e à TV Globo, em uma sala, os armários estavam com as portas abertas. Em outra, havia objetos e documentos espalhados pelo chão e pelos móveis. Polícia Federal analisa área do térreo do Ministério do Trabalho isolada por seguranças Letícia Carvalho/G1 Fontes disseram à TV Globo que quatro notebooks foram levados do local. Ainda pela manhã, peritos da Polícia Federal isolaram a sobreloja do ministério e parte da área externa. A pasta diz que o expediente não foi prejudicado. A perícia recolheu impressões digitais e imagens do circuito interno. Durante essa etapa, o repórter cinematográfico da TV Globo Guilherme Timóteo registrou um funcionário do Ministério do Trabalho mostrando a policiais, num celular, imagens de um homem andando pelo corredor do ministério às 23h49 de domingo. Imagem de câmera de segurança mostra momento em que homem força entrada em sala no Ministério do Trabalho TV Globo/Reprodução O homem está de bermuda, sem uniforme da segurança do prédio. Nas imagens, é possível ver que ele tenta abrir uma porta e, sem sucesso, continua andando pelo corredor. Registro Espúrio A operação Registro Espúrio foi deflagrada pela Polícia Federal em 30 de junho, e é relatada no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ministro Edson Fachin. A PF tenta desarticular uma organização de políticos e servidores para, supostamente, fraudar registros de sindicatos. Segundo as investigações da Polícia Federal, os registros de entidades sindicais no ministério eram obtidos mediante pagamento de vantagens indevidas; não era respeitada a ordem de chegada dos pedidos ao ministério; a prioridade era dada a pedidos intermediados por políticos; havia um "loteamento" de cargos do Ministério do Trabalho entre os partidos PTB e Solidariedade. Na semana seguinte, Fachin determinou o afastamento do então ministro, Helton Yomura. A defesa do político "nega veementemente qualquer imputação de crime ou irregularidade". No mesmo dia, ele pediu demissão do cargo. O substituto de Yomura, Caio Vieira de Mello, tomou posse no ministério na última terça-feira (10). Na cerimônia, afirmou que vai administrar o ministério "tecnicamente", e não "politicamente". Ainda segundo o ministro, "se for necessário, será feita" uma limpa no ministério. A emissão de registros sindicais está suspensa pelo Ministério do Trabalho até outubro. A decisão do ministro Caio Vieira de Mello foi publicada no "Diário Oficial da União" na última quinta-feira (12). Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
  • Motorista perde freio de caminhão e atinge casa em Juiz de Fora
    Parte de imóvel no Bairro São Mateus foi danificada com a batida. Ninguém se feriu. Um caminhão bateu contra uma casa na tarde desta terça-feira (17) no Bairro São Mateus, em Juiz de Fora. Segundo a Polícia Militar (PM), o acidente danificou parte do imóvel. O motorista disse aos policiais que perdeu o freio do veículo e bateu contra a casa. O caminhão, que estava vazio no momento do acidente, invadiu a sala do imóvel, onde estavam duas mulheres, que não se feriram. O condutor também foi retirado do local sem ferimentos. A Defesa Civil foi chamada para avaliar os danos causados ao imóvel.