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Domingo, Junho 24, 2018
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  • Nara Leão é perfilada em livro que expõe trajetória engajada da artista

    Capa do livro 'Nara Leão – Trajetória, engajamento e movimentos musicais' Divulgação A vida e o canto livre de Nara Leão (1942 – 1989) são abordados pelo historiador mineiro Daniel Lopes Saraiva em livro lançado nesta segunda quinzena de outubro de 2018 pela editora Letra e voz. Intitulado Nara Leão – Trajetória, engajamento e movimentos musicais, o livro perfila a personalidade complexa dessa importante cantora capixaba, cuja voz foi um farol na música brasileira dos anos 1960 e 1970, ao mesmo tempo em que reconstitui os passos da artista na vida e na música. Estruturado em três capítulos subdivididos em 22 tópicos, ao todo, o livro disseca posições de Nara diante do feminismo emergente na época da artista e diante da política ditatorial em vigor no Brasil ao longo de quase toda a carreira da cantora, cuja trajetória profissional foi iniciada em 1964 e encerrada em 1989 com a precoce saída de cena da intérprete por conta de tumor no cérebro. Há tópicos dedicados à relação de Nara com a Bossa Nova, com o samba – Meu samba encabulado, título que reproduz o nome de álbum lançado pela cantora em 1983 – e com movimentos musicais como a Tropicália. O historiador escreveu o livro a partir de pesquisa sobre a cantora e da coleta de depoimentos de artistas, amigos e familiares de Nara Leão. Editoria de Arte / G1
  • Fachin nega pedido do PSOL para impor restrições ao WhatsApp
    Em representação, partido argumentou que objetivo era evitar que a disseminação de dados falsos na rede social prejudicasse o segundo turno das eleições. O ministro Luiz Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou neste domingo (21) pedido de liminar (decisão provisória) do PSOL para impor restrições ao WhatsApp. O partido afirmou que o objetivo da sua representação era evitar que a disseminação de dados falsos na rede social prejudicasse o segundo turno das eleições, previsto para o dia 28 de outubro. O magistrado, porém, ponderou que o partido não apontou “fundamentos jurídicos específicos” nem indicou “a conduta ilícita supostamente praticada”. “Cabe destacar que não se imputa ao Representado a criação de informações falsas, e sim argumenta-se que por meio dessa aplicação a dispersão de mensagens é ampliada sobremaneira razão pela qual, em seu entender, seria necessária a intervenção da Justiça Eleitoral para restringir e/ou determinar a limitação da atuação do Representado”, escreveu o ministro na decisão. O magistrado ponderou que não havia fundamento para conceder o pedido. “Desse modo, cabe consignar que a pretensão do requerente, de, em sede de liminar, determinar que o representado implemente mecanismo de restrição de compartilhamento, encaminhamento e transmissão de mensagens, além de impor limitações ao número de participantes de novos grupos em sua rede de comunicação, não encontra, no atual momento processual, em que se analisa apenas a plausibilidade dos argumentos invocados, fundamento apto para seu deferimento”, decidiu o ministro. Fachin mandou notificar o WhatsApp para se manifestar sobre a ação do PSOL em 24 horas. O PSOL chegou a pedir ao TSE a suspensão do WhatsApp em todo o país a partir de sábado (20) até o fim das eleições, mas voltou atrás e pediu que o próprio TSE tomasse medidas que entendesse necessárias para coibir “eventuais abusos e a influenciação do pleito”.
  • Saiba quem são e o que pensam brasileiros investigados por práticas terroristas
    Reportagem especial do Fantástico mostra quem são os brasileiros que usavam a internet para se comunicar com grupos violentos como o Estado Islâmico e Al-Qaeda. Saiba quem são e o que pensam brasileiros investigados por práticas terroristas Os radicais brasileiros começaram a ser investigados em 2016, quando a polícia da Espanha descobriu que um deles, de Goiás, trocava mensagens com apoiadores do Estado Islâmico daquele país. Investigadores espanhóis alertaram a Polícia Federal brasileira e, assim, começou a Operação Átila. A missão: identificar e prender, com base na Lei Antiterrorismo, aqueles que se diziam os "revolucionários islâmicos" do Brasil. A reportagem especial do Fantástico traça um perfil desses jovens que planejavam criar uma facção armada no país, e realizar atentados, inclusive no carnaval.