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Segunda-feira, Abril 30, 2018
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  • Escola no interior do AP suspende aulas por falta de infraestrutura e manutenção

    Alunos da escola Ernesto Pereira Colares, em Pracuúba, dizem que não há nem mesmo material para os professores exercerem a atividade. Seed diz que prédio passará por manutenção. Estudantes protestaram por melhorias na escola após suspensão das aulas Leila Magave/Arquivo Pessoal Os alunos da escola estadual Ernesto Pereira Colares, do município de Pracuúba, distante a 256 quilômetros de Macapá, estão com as aulas suspensas devido a problemas de infraestrutura e falta de manutenção do prédio da instituição. As atividades na unidade de ensino paralisaram na última quinta-feira (19), e na sexta-feira (20) os estudantes fizeram um protesto. Entre as principais reclamações estão a falta de iluminação, merenda, materiais para os professores e até produtos de limpeza. Outra preocupação também é a ausência de um diretor para a instituição. A Secretaria de Estado da Educação (Seed) informou, em nota, que nos próximos dias a escola receberá a reposição de lâmpadas para que as aulas retornem o mais breve possível. A pasta reforçou ainda que definirá um novo gestor escolar. A manutenção predial civil e elétrica será feita no mês de junho. Indignados com a situação, estudantes usaram o aplicativo Tô Na Rede, da Rede Amazônica, para relatar os problemas na escola. Leila Magave, de 33 anos, é aluna do 2º ano do ensino médio e mãe de outras duas alunas do colégio. Os estudantes estavam em uma situação desumana. "Não tem como se concentrar nos estudos com salas e banheiros sujos. Para quem estuda de noite como eu, além de tudo fica perigoso porque faltam lâmpadas em várias partes da escola", reclamou Leila. Um dia após as aulas serem suspensas, parte dos estudantes se reuniram na frente da escola para cobrar soluções urgentes. De acordo com eles, esses problemas estão sendo apresentados desde o início do ano letivo. "Todos os envolvidos estão sofrendo. Desde os professores até os serventes. A situação é precária, precisamos estudar, mas nessas condições não tem como", lamentou a estudante do 2º ano do ensino médio, Larissa Cristina, de 18 anos. Aluna mostra situação de um dos banheiros da escola Ernesto Pereira Colares, de Pracuúba Leila Magave/Arquivo Pessoal Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!
  • 'Partidos precisam ouvir movimentos sociais', diz filósofa Djamila Ribeiro; leia entrevista

    Mestre em filosofia faz palestra gratuita em Brasília nesta segunda (23), às 19h. Mestre em filosofia pela Universidade Federal de São Paulo e ativista feminista Djamila Ribeiro Djamila Ribeiro/Divulgação Autocrítica e diálogo com os movimentos sociais é o caminho que a filósofa Djamila Ribeiro enxerga para um cenário político mais otimista após as eleições, em 7 de outubro. Segundo ela, é preciso que os partidos – especialmente os de esquerda – repensem o modus operandi da política e tentem ouvir "o quê os movimentos estão falando". "É preciso encontrar uma forma de interligar todas essas lutas e não de lutar de maneira tão separada." Djamila participa de um debate sobre diversidade cultural e de gênero às 19h desta segunda-feira (23) no Museu Nacional da República – a entrada é gratuita. Em entrevista ao G1, ela comentou sobre avanços conquistados pelos movimentos sociais, retrocessos políticos e polarização ideológica (leia entrevista abaixo). Museu da República em Brasília Marcelo Brandt/G1 O debate faz parte do Diálogos Contemporâneos, evento que ocorre até 12 de junho em Brasília e em Campo Grande, e levanta questões de relevância nacional – lutas indígenas, protagonismo feminino, mundo digitalizado, diversidades cultural e de gênero, patrimonialismo, religião e cultura do consumo. Leia entrevista completa: G1: Os avanços conquistados pelas mulheres, pela população negra e pelas pessoas LGBTI estão ameaçados? Djamila Ribeiro: Acredito que sim, porque nenhum direito conquistado é permanente. Inclusive já foram tomadas medidas que atingem essas populações. A reforma trabalhista é uma delas, que vai atingir a todos e ainda mais os grupos vulneráveis. Assim como a PEC [241] que congela investimentos em saúde e educação. Isso tudo nos atinge indiretamente, porque somos os mais vulneráveis. "Há uma dificuldade no Brasil que é não lidar com os direitos de grupos com um olhar interseccional, transversal." Mulher faz cartaz para marcha do movimento feminista em Florianópolis Marcha das Vagabundas Florianópolis/Divulgação Por exemplo, numa pauta mais específica, como violência contra mulher e feminicídio, especialmente das mulheres negras, essa consciência tem crescido, porque é algo que nos atinge diretamente, é mais específico, então as pessoas entendem. Mas, de maneira geral, as medidas amplas que afetam esses grupos de forma indireta são mais dificilmente compreendidas pela população. G1: O que é preciso ser feito para que as conquistas não sejam perdidas? Djamila: Não tem muita saída a não ser seguir fazendo o que já vem sendo feito. Mestre em filosofia pela Universidade Federal de São Paulo e ativista feminista Djamila Ribeiro Djamila Ribeiro/Divulgação Os movimentos sociais têm um trabalho histórico de resistência e acho que é preciso continuar lutando no campo institucional e por meio das organizações populares. Vemos candidaturas de mulheres com posicionamentos claramente feministas e isso é importante, mas tem que haver um entendimento, sobretudo das esquerdas, sobre o quê os movimentos [dos negros, das mulheres, da população LGBTI] estão falando. É preciso encontrar uma forma de interligar todas essas lutas e não de lutar de maneira tão separada. Essas demandas são fundamentais para pensarmos projetos de sociedade. G1: O que as manifestações de preconceito contra estes grupos revela sobre o atual momento político? Djamila: O discurso reacionário não deixa de ser uma reação aos avanços conquistados nos últimos anos em relação a alguns grupos. Sobretudo a população negra obteve políticas muito importantes, entraram nas universidades e, de alguma maneira, há quem reaja para barrar esses avanços. G1: O que a morte da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco revela sobre este cenário? Marielle Franco durante sessão na Câmara do Rio em 2017 Renan Olaz/Câmara do Rio Djamila: Foi um recado sobretudo para as mulheres com a origem dela. Mostrou o que pode vir a acontecer caso a gente queira enfrentar o sistema. Ela tinha uma posição muito de luta, de enfrentamento, vinha fazendo denúncias importantes sobre como a população negra e, principalmente, a juventude negra é tratada no Brasil. Num primeiro momento, todas nós ficamos com medo. Mas isso também fez surgir mais consciência do quanto a gente precisa ocupar esses espaços. G1: Você acredita que as pessoas estejam mais politizadas, informadas e conscientes? Djamila: Tudo na vida é política, né? O pensamento político pode te levar um ponto de mudanças emancipatórias e os movimentos sociais têm importância significativa na disputa de narrativas. Mestre em filosofia pela Universidade Federal de São Paulo e ativista feminista Djamila Ribeiro Djamila Ribeiro/Divulgação Pensando que metade da população tem acesso à internet, pelo menos nos centros urbanos, você vê meninas que pensam coletivamente, que se engajam em movimentos feministas, por exemplo. A internet facilita essa comunicação, mas o fato de a gente não ter uma democratização maior do acesso, especialmente à educação, no campo macro, muitas pessoas acabam não usufruindo disso. E ainda tem o reacionário, que também entendeu que a internet é um espaço importante de comunicação. G1: Você acredita que a internet se tornou um meio de disseminação de preconceitos e mensagens de ódio? Djamila: Existe muita fake news circulando e, muitas vezes, as pessoas não se preocupam em se aprofundar nos assuntos. Todo mundo acha que pode falar sobre tudo sem, de fato, entender e isso dificulta o debate. Porque você parte de dados e estudos para questionar algo e as pessoas te contrapõem com o quê elas acham. Mas isso não é exatamente um problema das redes sociais [digitais]. Essas pessoas sempre pensaram assim, já falavam essas coisas e passaram a usar a internet para isso. A internet só acaba amplificando a voz dessas pessoas. G1: Como você enxerga o Brasil após as eleições? Djamila: Prefiro nem pensar. Ainda não consigo nem traçar um diagnóstico, porque está tudo tão bagunçado. Estamos vendo processos tão violentos de falência institucional, desde quando a presidente [Dilma] foi deposta da maneira como foi, várias coisas em relação à prisão do Lula. Lula é carregado após discursar em frente ao sindicato dos metalúrgicos neste sábado (7) Miguel Schincariol/AFP Quanto a isso, aliás, é preciso ver que, independentemente das críticas ao governo, o grande problema é arbitrariedade disso [das decisões da Justiça], especialmente enquanto outros continuam sem ser punidos. A classe política precisa de fato repensar [as formas de atuação] e entender que não dá para pautar projetos de poder. É preciso pensar em projetos de sociedade e, para isso, tem que haver autocrítica e diálogo com os movimentos. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
  • Expositores apresentam boas expectativas em relação 54ª edição

    Feira contará com cerca de 80 expositores em uma área de 42 hectares Em sua 54ª edição, a Expoagro de Dourados contará com cerca de 80 expositores em uma área de 42 hectares. A feira será realizada de 11 a 20 de maio pelo Sindicato Rural do município, levando aos visitantes lazer, oportunidades de novos negócios e conhecimentos sobre tecnologias que auxiliam o trabalho agrícola. Promovendo o desenvolvimento e valorizando a produção local, a feira traz boas expectativas também aos expositores. A CEONN E3, por exemplo, está participando pela primeira vez da Expoagro em Dourados, e levará ao público as vantagens do uso de cabinas agrícolas. Entre as inovações que serão apresentadas, estão o aumento da capacidade do ar condicionado das cabinas e a possibilidade da conectividade Isobuz. Para o expositor, participar da Expoagro é uma oportunidade de se aproximar mais dos clientes e parceiros de negócios. “Devido ao grande sucesso da feira e da importância do polo de Dourados, contamos também com a ampla divulgação da nossa marca Implemaster, que inicia sua trajetória comercial através da CEONN E3, com uma nova equipe de montagem, vendas e assistência técnica”, destaca Evandro Bandeira Lecey. Quem também participa desta edição é a Agriinvest, empresa referência em oferta de soluções de alta tecnologia nas áreas de irrigação, energia fotovoltaica e armazenagem de grãos. Durante a feira, serão apresentadas tecnologias exclusivas e patenteadas, como um sistema de bombeamento inteligente, entre outras. novidades. José Henrique Vargas, representante da Agriinvest destaca que a Expoagro ajuda a fortalecer o segmento rural em Mato Grosso do Sul. “Nossa expectativa com este evento é de poder contribuir para o crescimento e fortalecimento do produtor rural do Estado, ofertando soluções de alta tecnologia, assim como divulgar a Agriinvest e firmá-la como parceira de todo o setor do Agronegócio de Dourados e região”, salienta. A Comid participa novamente da Expoagro em Dourados e levará à feira novas tecnologias que ajudarão o agricultor a aumentar a produtividade e reduzir despesas no campo. Entre elas, comunicação online das informações das máquinas no campo para o escritório, exatamente no momento das operações agrícolas, e a devolução pelo mesmo caminho das recomendações agronômicas, tais como taxa de aplicação, dose de adubo em kg/ha e população de plantas. “A Expoagro é um evento regional tradicional de grande importância, que oferece ao produtor rural novos produtos. Esperamos dias de grandes negócios para a concessionária e para os nossos clientes. Nossa expectativa é de superar os negócios realizados na última feira”, afirma a consultora da Comid, Thaise Pandolfo. Já a empresa Comatral Equipamentos Agrícolas traz para a Expoagro o programa ‘Pulveriza Comatral’, oferecendo dicas de manutenção e cuidados com a linha de pulverização, além de visita técnica sem custos para calibragem e inspeção do pulverizador, bem como palestras durante o evento. “Participamos da Expoagro pela tradição do evento na nossa região, compromisso no relacionamento com o produtor e divulgação de nossos parceiros. Esperamos apresentar nossos produtos com comunicação diferenciada e atingir o maior público possível, tanto da sociedade em geral quanto do nosso público-alvo”, afirma Thalisson Seben, administrador da empresa. Para o presidente do Sindicato Rural de Dourados, Lúcio Damália, a forte participação das empresas no evento demonstra a importância da feira para a economia do Estado. “O público poderá participar de palestras, exposições, simpósios, leilões, além de conhecer as tendências e novas tecnologias do setor, degustar comidas típicas e aproveitar as atrações musicais. Buscamos trazer o que há de melhor”, comenta. Shows – Como já é tradição, a 54ª Expoagro também trará grandes atrações musicais. Nomes como Fernando e Sorocaba, Jorge & Mateus, Jefferson Moraes, Raça Negra e Alok já estão confirmados. Sobre a Expoagro A 54ª Expoagro é realizada pelo Sindicato Rural de Dourados em parceria com Daniel Freitas e João Paulo Paz, organizada pelo Grupo Sato e conta com o patrocínio da cervejaria Devassa, Unigran, Governo de Mato Grosso do Sul, Prefeitura Municipal de Dourados, São Bento incorporadora e Senar/MS, com o apoio do Sicredi e tem a parceria da Aced - Associação Comercial e Empresarial de Dourados, da Famasul - Federação da Agricultura e Pecuária de MS -, e do Hotel Ibis e Hotel 10. A entrada é gratuita todos os dias até às 18 horas. Nos dias de show, a cobrança será feita a partir desse horário e nos demais, a entrada será franca. Ingressos e passaportes Os ingressos e passaportes para os shows podem ser adquiridos pelos sites www.expoagrodourados.com.br e www.ingressonacional.com.br Siga a Expoagro nas redes sociais: @expoagrodouradosoficial e facebook.com/expoagrodouradosoficial