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Terça-feira, Março 13, 2018
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Últimas notícias de economia, política, carros, emprego, educação, ciência, saúde, cultura do Brasil e do mundo. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.
  • Constituição 30 anos: dez imagens comparam o Brasil de 1988 e o de 2018

    Constituição 'cidadã' foi aprovada em 22 de setembro de 1988 e promulgada no mês seguinte. Veja imagens que comparam aspectos do cotidiano do país naquele ano e em 2018. A atual Constituição Federal, apelidada de "Constituição Cidadã" completa neste sábado (22) 30 anos da aprovação. Em outubro de 1998, a Assembleia Nacional Constituinte promulgou o texto e então a Constituição entrou em vigor. Analistas veem texto generoso, mas sem aplicação plena Alterado 105 vezes, texto ainda aguarda 119 regulamentações Relator diz que texto aprovado criou bases para a superação de crises Leia a íntegra do texto atualizado da Constituição Compare nas imagens abaixo aspectos da vida cotidiana no Brasil de 1988 e no de 2018. Novela Em 1988, a trama de Vale Tudo com a vilã Odete Roitman levantou a discussão sobre se valia a pena ser honesto no Brasil. Em 2018, no enredo de Segundo Sol, um cantor de axé se torna ídolo após ser dado como morto em um acidente aéreo. Ele mantém a farsa para lucrar com direitos autorais. Bazilio Calazans/TV Globo e João Cotta/TV Globo Estilo O figurino na década de 80 era marcado por peças de roupas com pregas, drapeados e ombreiras, como a da personagem da atriz Regina Duarte. Hoje, as ombreiras desapareceram – as roupas não têm volume, são ajustadas ao corpo, com decotes e fendas, assim como a da atriz Fiorella Mattheis. Acervo TV Globo e Celso Tavares/G1 Cantores No fim dos anos 80, Michael Jackson, Whitney Houston, Bon Jovi, Phil Collins e Guns N'Roses dominavam as paradas. Entre os artistas nacionais, faziam sucesso Luiz Caldas (foto), Rosanah, Byafra e Sarajane. Trinta anos depois, lideram as listas de mais tocados nomes como Ed Sheeran, Imagine Dragons, Coldplay e Beyoncé. No Brasil, Anitta (foto), Jorge e Mateus e Marília Mendonça têm milhões de fãs. Divulgação / Divulgação Telefone Em 1988, o mais comum e acessível era o "orelhão". Conhecido como “tijolão”, o primeiro celular no Brasil só começou a ser vendido no início da década de 90. Hoje, os brasileiros têm 235 milhões de linhas de celular, segundo dados da Anatel de março de 2018, e usam os aparelhos para interagir por meio das redes sociais Mônica Zarattini/Estadão Conteúdo/Arquivo e Marcelo Brandt/G1 Cinema Em cartaz nos cinemas: o grande vencedor do Oscar em 1988 foi “O Último Imperador”, que levou a estatueta em nove categorias e conta a história do último imperador chinês. Naquele ano, a cantora Cher venceu o Oscar de melhor atriz em "Feitiço da Lua", derrotando Glen Close, que concorria em “Atração Fatal”. Em 2018, a academia premiou “A Forma da Água”, que levou quatro prêmios com um romance entre uma criatura marinha e uma mulher. Divulgação / Divulgação Moda praia Há 30 anos, fazia sucesso nas praias o biquíni asa delta e o fio dental. Atualmente, os modelos prezam pelo conforto e são maiores, inclusive com o retorno das hot pants, moda nos anos 70. Joaquim Nabuco e Reprodução/Instagram TV e internet Em 1988, além das novelas, programas como “TV Pirata”, “Veja o Gordo”, “Os Trapalhões” (foto) e “Xou da Xuxa” eram muito populares. A diversão também era alugar fitas VHS nas locadoras. Hoje, a televisão aberta rivaliza com os inúmeros canais de TV pagos e sites de filmes e séries, como Netflix. Divulgação e Divulgação/Netflix Transporte Assim como há 30 anos, os táxis continuam circulando, mas, agora, disputam espaço com carros particulares que são acionados pelos passageiros via aplicativos de celular. Ari Vicentini/Estadão Conteúdo/AE e Ari Vicentini/Estadão Conteúdo/AE Cabelo Os cortes e penteados que estavam na moda no fim dos anos 80 eram volumosos e, às vezes um pouco, exagerados. Fazia sucesso o mullet, que ficou conhecido no Brasil como “corte Chitãozinho e Xororó” (foto): curto, arrepiado na frente e comprido atrás. Trinta anos depois, coque masculino e barba fazem sucesso entre os homens. Masao Goto Filho/Estadão Conteúdo/AE e Celso Tavares/G1 Fotografia No fim da década de 80, nem toda família conseguia ter uma câmera fotográfica em casa; as que tinham, usavam o equipamento em ocasiões especiais. Em 2018, praticamente todo mundo tem um smartphone na mão que permite fazer selfies e fotos das coisas mais corriqueiras a qualquer momento e enviar ou postar nas redes sociais. Paulo Liebert e Tiziana Fabi/AFP
  • Constituição 30 anos: relator diz que texto aprovado criou bases para a superação de crises

    Bernardo Cabral foi o responsável por agrupar o trabalho de todas as subcomissões e comissões temáticas em um texto que daria origem à atual Constituição, aprovada e promulgada em 1988. O ex-deputado Bernardo Cabral ao receber homenagem em março de 2015 no Tribunal de Justiça do Amazonas Diego Toledano / G1 AM Trinta anos após a promulgação da atual Constituição, o relator da Assembleia Nacional Constituinte, o então deputado pelo PMDB Bernardo Cabral, hoje com 86 anos, afirmou ao G1 que o Brasil só conseguiu superar crises políticas nas últimas décadas em razão da segurança jurídica proporcionada pelo texto constitucional. Instalada em 1º de fevereiro de 1987, a Constituinte levou 20 meses para entregar a nova Constituição. Analistas veem texto generoso, mas sem aplicação plena Alterado 105 vezes, texto ainda aguarda 119 regulamentações Dez imagens comparam o Brasil de 1988 e o de 2018 Leia a íntegra do texto atualizado da Constituição Nesse período, Cabral foi relator da Comissão de Sistematização, responsável por agrupar as propostas de todas as subcomissões e comissões temáticas e elaborar o texto que seria submetido ao plenário. Na etapa seguinte, a de votação no plenário, Cabral continuou a desempenhar a função de relator. O trabalho foi resultado da atuação de 559 parlamentares titulares (72 senadores e 487 deputados federais), com intensa participação da sociedade civil, que apresentou emendas populares sobre os mais variados temas. A Constituição foi aprovada em 22 de setembro de 1988 e promulgada em 5 de outubro daquele ano. Para Cabral, o texto resultante do trabalho da Assembleia Nacional Constituinte deu as condições para que o país suportasse as crises políticas posteriores: “Queiram ou não queiram as pessoas, se não fosse o texto da Constituição, nós não teríamos superado as crises que apareceram.” Ele cita como exemplo o impeachment do ex-presidente da República Fernando Collor, em 1992. “Quando o [Fernando] Collor caiu, que já era sob os efeitos da nossa Constituição, normalmente o Itamar [Franco] assumiu como vice-presidente e não se instalou nenhuma crise política. E já houve crises em que o poder militar no passado teria tomado conta do país”, diz. Cabral relembra o episódio envolvendo o então vice-presidente da República, Pedro Aleixo, que, em 1969, durante a ditadura, foi impedido pelo alto comando militar de tomar posse quando o presidente Costa e Silva adoeceu e morreu. No lugar dele, assumiu uma junta militar provisória. “No passado, em uma crise política, o presidente da República ficou doente e quem tinha que assumir era o vice-presidente, que era o Pedro Aleixo. E os ministros militares não permitiram isso. Formaram uma junta militar, e o Pedro Aleixo foi impedido como vice-presidente de assumir”, observa. Deputado cassado pela ditadura em 1968, Bernardo Cabral foi eleito pelo PMDB do Amazonas deputado constituinte em 1986 e, depois, senador. Também foi ministro da Justiça no governo Collor. Para ele, a Constituição de 1988, conhecida como "Constituição Cidadã", especialmente por ter garantido liberdade de expressão e uma série de direitos sociais, não pode ser vista apenas como o fruto do trabalho de alguns líderes políticos da época. “A maior alegria, sem dúvida, foi o dia 5 de outubro, com a promulgação. Alegria porque foi uma consagração para o povo. Digo sempre que a Constituinte não foi A ou B ou C. Quem conquistou isso foi o povo, com as emendas populares, que foram enormes. Muitas foram admitidas.” O presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Ulysses Guimarães, recebe emendas populares para o texto da Constituição Agência Senado Por outro lado, ele lamenta o parlamentarismo ter sido retirado do texto final e substituído pelo presidencialismo como sistema de governo para o Brasil. “Nós tínhamos aprovado na comissão a emenda do parlamentarismo como sistema de governo. Quando foi para o plenário, que defendia o sistema presidencialista, derrubaram. E derrubaram de maneira terrível. Dizem que cederam e concederam vários favores e tal”, afirma, sem entrar em detalhes. Na visão do ex-deputado, “no sistema parlamentarista, os acordos são fechados com o partido. No presidencialista, são fechados com os parlamentares”. “Então, não teria aquele troca-troca, toma-lá-dá-cá que tem hoje”, justifica. Diante da rejeição do parlamentarismo pelo plenário da Constituinte, Cabral defendeu que fosse retirada da Constituição a possibilidade de o presidente da República editar medidas provisórias, que entram em vigor imediatamente e só depois têm que ser aprovadas pelo Congresso. “Eu disse: vocês vão dar para o futuro presidente um poder que nenhum ditador do Brasil teve. Não me ouviram. Não retiraram e ficou como você já sabe”, observa. Desde 1988, os presidentes que passaram pelo Palácio do Planalto editaram centenas de medidas provisórias, que são alvo constante de críticas por parte de parlamentares por entenderam que o Executivo legisla no lugar do Congresso. Ao comparar o Brasil de 1988 e o de 2018, o relator da Constituinte diz acreditar que houve um amadurecimento do eleitorado e atribui isso ao acesso aos meios de comunicação e, em especial, às redes sociais. “Primeiro, a pessoa votava até de escárnio num animal, como voto de protesto. Hoje, o voto de protesto significa o seguinte: eu não confio em nenhum dos candidatos. Essa é a diferença. Ou seja, para chegar a essa conclusão, o eleitor começou a amadurecer”, diz.
  • Professor aproveita ação social em Macapá para levar três filhos ao pediatra: 'atendido bem rápido'

    Cerca de 500 atendimentos gratuitos foram realizados em evento deste sábado (22). Programação gratuita foi realizada no Centro de Macapá, neste sábado (22) Victor Vidigal/G1 Cerca de 500 atendimentos gratuitos foram realizados na manhã deste sábado (22), no bairro Laguinho, Zona Central de Macapá, durante uma ação que comemorou o aniversário de uma clínica de saúde. A programação seguiu até às 13h. Foi nessa programação que o professor de matemática Marcelo Santos, de 36 anos, levou, junto com a esposa, os três filhos do casal para buscarem atendimento pediátrico. Ele descreveu que foi uma oportunidade de ser atendido mais rápido e com qualidade. "Com uma ação dessa a gente consegue ser atendido bem rápido. Além de ser graça, há um cuidado em atender todas as pessoas. Em um estado que tem problemas na área da saúde, isso é bem interessante de se ver", destacou o professor. O evento também contou com atendimentos ginecológicos, dermatológicos, de clínico geral, nutricional, fisioterapeuta, exames de ultrassonografia, próstata, sangue, preventivo, massagens e distribuição de 100 kits de higiene bucal. Crianças participaram de palestra sobre educação bucal Victor Vidigal/G1 Mounir Dagher, diretor executivo da clínica, falou que os atendimentos têm como proposta o social. "Como o objetivo do nosso consultório é fazer atendimento popular, de baixo custo, nós resolvemos comemorar esses três anos de aniversário dando consultas e exames de forma gratuita para a população", explicou. O servidor público Ginilson Mesquita, de 45 anos, aproveitou para relaxar um pouco com o atendimento de massagem. "Vim aproveitar os benefícios dessa massagem muito boa. Procuro sempre o melhor para saúde e essa ação aconteceu em um momento propício porque é nesses momentos de fim de semana que tenho para relaxar", explicou o servidor. Ginilson Mesquita aproveitou para relaxar com atendimento de massagem Victor Vidigal/G1 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!