Administração Atual

SINDICO: Carlos Frigi Filho - Ramal: 457

SUB- SINDICOS:
HAWAI : Claudio Roberto Bueno - Ramal: 401
THAITI: Izabel Crisitna Baldovinotti - Ramal: 555
BORA BORA : Jefferson K. Misiak

CONSELHO CONSULTIVO/FISCAL:
1)Rogério Postal
2)CArlos Gonçalves da Silva
3)Douglas Augusto Cecilia

Equipe eleita em 04 de Maio de 2015 pelo periodo de 02 anos, conforme ata em anexo no menu Downloads, após efetuar seu Login.

 

Últimas notícias de economia, política, carros, emprego, educação, ciência, saúde, cultura do Brasil e do mundo. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.
  • Equipes do Ibama sofrem ataques durante fiscalização na Amazônia
    Ministério do Meio Ambiente pediu urgência na investigação de dois atentados contra equipes. 'Não vão nos intimidar', disse ministro. Ministério do Meio Ambiente pede investigação de ataques contra equipes do Ibama e ICMBio O Ministério do Meio Ambiente pediu urgência na investigação de dois atentados contra equipes que combatiam o desmatamento na Amazônia. No caminho das equipes de fiscalização, uma ponte de madeira em chamas. O incêndio, na sexta feira (19), foi para tentar impedir uma operação do Instituto Chico Mendes contra o desmatamento na Floresta Nacional de Itaituba 2, no Sudoeste do Pará. Segundo o instituto, moradores da região também bloquearam outros dois acessos à mata e atiraram para o alto para intimidar os agentes ambientais. “No que depender de nós, vamos agir. Onde eles entrarem, nós vamos queimar ponte, vamos fazer coisas para eles sempre sofrerem”, diz um morador em uma gravação. Os fiscais pediram reforço da Polícia Militar para deixar a floresta. Os agentes aplicaram 11 multas por desmatamento ilegal e apreenderam caminhões, tratores e motosserras. No sábado (20), três carros do Ibama foram incendiados em Buritis, Rondônia, quando as equipes se preparavam para uma operação. A polícia prendeu um suspeito. Em julho de 2017, oito carros do Ibama foram queimados em Altamira, Sudoeste do Pará. Três meses depois, as sedes do Ibama e do Instituto Chico Mendes, em Humaitá, no Sul do Amazonas, foram incendiadas. A ação criminosa foi após uma operação de combate ao garimpo ilegal no Rio Madeira. Os ataques vêm ocorrendo no chamado arco do desmatamento, que começa no Norte de Rondônia, passa pelo Sul do Amazonas e vai até o Oeste do Pará. A região é cobiçada por madeireiros, garimpeiros e invasores de terras públicas por ser uma das áreas mais ricas em biodiversidade na Amazônia. Depois dos últimos atentados, o Ministério do Meio Ambiente disse que vai intensificar a fiscalização. “Nós não vamos aceitar e não vamos permitir que atentem contra a vida e contra as ações de órgãos como o Ibama e ICMBio. Que essas ameaças e esses atentados agora, que eles não sirvam de intimidação porque não vão nos intimidar, nós vamos continuar trabalhando porque a nossa ação é contra o crime. Nós estamos atuando contra àqueles que estão na ilegalidade”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte.
  • Veja como foi a agenda de candidatos ao governo do RS nesta terça-feira (23)
    RBS TV mostra atividades de candidatos ao Palácio Piratini. Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB) gravaram entrevistas na capital. Candidatos ao governo do Rio Grande do Sul cumprem agenda em Porto Alegre O RBS Notícias acompanha diariamente a agenda dos candidatos ao governo do Rio Grande do Sul. Nesta terça-feira (23), a cinco dias do segundo turno, Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB) gravaram entrevistas na capital gaúcha. O candidato do PSDB concedeu entrevista pela manhã para o programa Gaúcha Atualidade em Porto Alegre. Eduardo Leite falou sobre as propostas do plano de governo. Entre elas, o que pretende fazer para melhorar a segurança pública. "A segurança pública para nós é absoluta prioridade. Eu trouxe ao meu lado um delegado da Polícia Civil, que foi chefe da Polícia Civil no estado, para, juntos, implantarmos um plano estadual de segurança com combate forte ao tráfico de drogas. E também com atuação de incremento dos efetivos, tanto na Polícia Militar quanto na Polícia Civil, para garantir mais segurança à população", declarou. O candidato do MDB gravou entrevistas em programas de televisão. José Ivo Sartori atendeu a grupos de comunicação do interior e disse que vai dedicar os últimos dias de campanha para mobilizar a base política da coligação. "Sejam prefeitos, vereadores, dirigentes de todos os partidos que fazem parte da nossa coligação e com adesões que tivemos de todos os outros, fazendo caminhada positiva olhando para o Rio Grande, olhando para o futuro do nosso Rio Grande para as próximas gerações", disse.
  • Defesa de Lula pede ao STF para suspender ação que apura se ex-presidente recebeu propina

    Ação penal está em fase final na Justiça Federal do Paraná, e defesa Lula pediu que caso seja paralisado até comitê da ONU julgar recurso do ex-presidente. O ex-presidente Lula, em 7 de abril, no momento em que se entregou à Polícia Federal Leonardo Benassatto/Reuters A defesa de Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta terça-feira (23) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a ação penal que apura se o ex-presidente recebeu propina. A ação tramita na Justiça Federal do Paraná, está na fase final e apura se houve pagamento de propina pela construtora Odebrecht. No pedido enviado ao Supremo, os advogados de Lula querem que a ação fique paralisada até o Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) julgar definitivamente se houve conduta irregular contra Lula por parte do juiz Sérgio Moro. Em maio, o comitê da ONU deu uma liminar para que o Brasil garantisse os direitos políticos de Lula até uma decisão definitiva. Mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou o registro de candidato de Lula a presidente por considerar que ele estava inelegível com base na lei da Ficha Limpa por causa de outro processo, no qual foi condenado no caso do triplex do Guarujá. O TSE entendeu que a decisão do comitê não era vinculativa. O novo pedido da defesa será analisado pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, mas não há prazo para isso. A ação penal contra Lula está em fase final. No começo deste mês, Moro juntou trechos de depoimento de delação premiada do ex-ministro Antônio Palocci e afirmou que fez isso porque precisava avaliar a pena de Palocci no caso. No pedido para suspender a ação penal, a defesa de Lula também pede a retirada das delações de Palocci do processo. Para a defesa, Moro teria tentado influenciar as eleições presidenciais ao anexar a delação a poucos dias do primeiro turno das eleições presidenciais. O caso já está em apuração no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em razão de representação apresentada por parlamentares petistas.