Viver em Condomínio

Viver em Condomínio, Vida em Sociedade!

A liberdade de cada um termina onde começa a liberdade dos outros.

Nada mais verdadeiro quando falamos de viver dentro de um mesmo espaço físico.

Assim deve ser encarado o relacionamento entre vizinhos, entre condóminos, pessoas que entre si, têm muito em comum, que mais não seja, as partes comuns do edifício e o bem-estar.

Para que a vida decorra de forma harmoniosa, devem os habitantes de uma propriedade horizontal saber reconhecer os seus direitos, sobretudo as suas obrigações.

São deveres, os regulamentares, os legais e os baseados na mais elementar regra o bom senso:

  • Promover uma sã vivência, evitando os atritos, privilegiando o diálogo
  • Comparticipar atempadamente nas despesas do prédio e participar na sua gestão
  • Promover a segurança do prédio, dos seus bens, dos bens gerais, dos que o habitam
  • Cumprir o Regulamento Interno, as decisões da Assembleia geral e a Lei
  • Comunicar por escrito o seu domicílio no caso de não residir no prédio
  • Não prejudicar deliberadamente ou por incúria, a linha estética do edifício
  • Não fazer obras incorrectas, ou deixar de fazer as imprescindíveis
  • Não destinar a sua fracção a fins diferentes daquelas para que foi construída ou inadequados
  • O não cumprimento das obrigações leva muito a perder, pode levar mesmo a outras despesas

Com a falta de cumprimento, o prédio degrada-se, perde valor (de transacção, de arrendamento)

Pior que tudo isso, a vida degrada-se, as pessoas agridem-se, ofendem-se, e isto não é viver!

 

 
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